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Reciclagem de Materiais

A INNESO conseguiu um comprador em São paulo para um dos mais difíceis materiais para reciclagem: O Plástico duro de computadores. Dê um descarte consciente para este tipo de material, faça contato conosco!

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sexta-feira, 2 de março de 2012

DESABAFO


  Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo.
Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.
Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias.
Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente.
Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época.
Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é visível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
(e-mail - texto anonimo)

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Difíceis de reciclar, monitores colocam consumidores e catadores em risco


São Paulo – Composto de materiais rentáveis, se bem separado, o lixo eletrônico também guarda segredos e perigos para consumidores e catadores de materiais recicláveis. Apesar do descarte anual de milhares de peças, o processo de reciclagem ainda é caro e complexo. A manipulação errada de certos equipamentos, como monitores de vídeo, pode levar à contaminação de pessoas e do meio ambiente, afirmam especialistas ouvidos pela Rede Brasil Atual.

Até descobrir que os monitores de computador têm grande quantidade de chumbo e não podem ser violados, o catador Flávio Custódio “metia a marreta” para abrir os equipamentos que chegavam à sua cooperativa. “A gente metia marreta para limpar o material fino”, lembra Custódio.

“Já abri monitor. Não conhecia os perigos de contaminação, mas sabia do valor do cobre”, conta Walisom Borges da Silva, diretor de cooperativa de catadores em São Paulo. “Eu pensava que fosse vidro no interior do monitor, quando descobri sobre o chumbo fiquei assustado porque já corri esse risco muitas vezes”. Nas ruas, não é raro encontrar monitores desmontados, diz. “Tem gente que deixa o restante encostado em algum poste e pega só o cobre. Essa é a realidade”, constata.

Dos diversos equipamentos eletrônicos recebidos por catadores, como Flávio e Walisom, o produto mais difícil de dar destinação adequada são os monitores, explica a professora Tereza Cristina Carvalho, coordenadora geral do Laboratório de Sustentabilidade (Lassu) da Escola Politécnica da USP.

Apesar de existirem empresas que realizam a reciclagem desses equipamentos, “o custo é muito alto para limpar”, diz a professora. “Os monitores são o pior problema do lixo eletrônico, quase 70% dele é composto por chumbo e é contaminante”, adverte Carlos Alberto Conde Regina, do Instituto GEA – Ética e Cidadania.

Presente de grego

A recepção de monitores acaba sendo um “presente de grego” para os catadores, diz Mariana de Moraes Coelho, do instituto GEA. “Quem tem alguma consciência guarda em casa por falta de saber o que fazer ou acaba enviando para cooperativas junto com outros materiais como se fosse uma forma de compensar: 'você pega meu problema e leva um pouquinho de material reciclável'”, cita.

Por falta de informação de usuários e catadores, boa parte dos monitores acaba indo para lixões. Inteiros ou violados, esses equipamentos “estão sendo deixados como lixo normal, no meio de outros resíduos, e podem contaminar pessoas”, lamenta Carlos.

Fabricantes como a Dell e a Itautec recolhem os produtos. Mas um infindável número de aparelhos acaba descartado irregularmente.

As novas telas de computador e tevês de Led ou LCD não são menos perigosas que os antigos e pesados monitores, informa Carlos. “As pessoas estão querendo trocar os monitores por novas telas, bonitas, fininhas, que ocupam pouco espaço, mas elas também são um problema, porque basicamente são de mercúrio, que é outro contaminante”, expressa. “O mercúrio ataca o sistema nervoso central”.

No Brasil, a professora Tereza do Lassu conhece apenas duas empresas que realizam reciclagem, a Suzaquim e a Ativa, mas o processo é complexo e caro. Na Suzaquim, empresa que recicla produtos eletrônicos, o monitor é desmontado, separado e o plástico enviado para empresa específica de reciclagem desse tipo de material. O chumbo do monitor é transformado em “pó de vidro com chumbo” e misturado com o que restou da reciclagem das baterias. O resultado é uma massa que serve para a indústria de cerâmica vitrificada.

“Quando reciclam bateria, usam um processo que quebra as baterias e vão catalizando cada metal. Um catalizador retira o cobre, outro as outras substâncias. No final dessa massaroca fica uma massa que não tem utilidade. Aí a empresa pega o vidro que tem chumbo, mistura nessa massa e vende para a indústria de cerâmica vitrificada”, descreve.

Descarte

A alternativa de descarte de monitores com menos impacto ao meio ambiente é buscar um local que se responsabilize pelo encaminhamento adequado do material, como cooperativas ou empresas especializadas na reciclagem de materiais eletrônicos.

De acordo com Joyce Françoso, técnica de meio ambiente da indústria química Suzaquim, a empresa aceita remessas pequenas, mas pode haver cobrança para a reciclagem do material. “Depende do lote. Nós avaliamos. Pode sair a custo zero ou pagarmos um valor pelos materiais ou ainda a pessoa ter de pagar”, informa. Encaminhar três monitores para reciclagem custa por volta de R$ 300, adiantou a especialista à reportagem.

Cooperativas de catadores também estão se especializando em avaliar computadores e reaproveitar materiais para evitar que materiais tóxicos cheguem aos aterros sanitários. “A população não sabe o perigo que corre e precisa buscar a consciência ambiental”, analisa o catador Romeu de Bueno. Ele é um dos alunos do Projeto Eco-Eletro, uma iniciativa do Laboratório de Sustentabilidade da USP em conjunto com o GEA. Romeu, que é aluno do último ano de engenharia elétrica na capital paulista, cita que por falta de conhecimento sobre os componentes tóxicos presentes em tevês e monitores, é comum as pessoas estourarem equipamentos para retirar a bobina. “Se soubessem o mal que fazem?”, indaga. “Nossos filhos vão pagar pelo que estamos fazendo hoje”, acredita Walisom Borges da Silva.

O site e-lixo.org do Instituto Sérgio Motta auxilia os consumidores a encontrarem locais adequados para destinação de lixo eletrônico. Cooperativas e empresas podem se cadastrar para receber materiais e usuários podem ter informações sobre onde levar equipamentos.

O Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática (Cedir) da USP recebe equipamentos de informática de pessoas físicas e da própria universidade. “Pessoas físicas podem trazer tudo que é de informática e telecomunicações, o que envolve computadores, monitores, teclados, celulares, centrais telefônicas, equipamentos de rede”, elenca Tereza, responsável pelo centro. (http://www.reciclaveis.com.br/)

sábado, 21 de janeiro de 2012

ONG não pode viver do Governo

O conceito ONG - órgão não governamental - traz em sua própria nomenclatura o contexto de sua existencia, qual seja, a ação sem a interferencia de governo, seja em que esfera esteja.
Lamentavelmente, graças à inércia de fiscalização ou mesmo à inépcia do poder judiciário, ou ainda devido às garras gulosas dos politicos eleitos, ONG virou sinonimo de sub-secretaria, sub-ministério. E assim, vira a instituição um agregado pronto para dar sumiço em verbas destinadas a fundo perdido.
Na verdade, a função de entidades do terceiro setor não pode (ou não deveria) ser cooptada ao serviço público. Seus membros não poderiam se vincular às benesses do serviço publico, porque afinal de contas, a grande vantagem do tercdeiro setor é na verdade a independencia em relação os poderes publicos constituidos.
Acreditamos, nós do INNESO, que é possivel executar a benemerencia sem incorrer nos erros da ditatura de governos, sem a corrupção que persegue as verbas destinadas à entidade. Acreditamos que podemos reciclar as vidas sem perder as referencias de dignidade e coexistencia dos poderes públicos. Nossa fé é nas coisas realizadas, nas conquistas de nossos alunos e parceiros vinculados ao projeto.

Terceiro Setor deve ser apenas a solução da sociedade para os problemas onde a burocracia do poder público é incompetente par agir.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Você sabe quanto pesa o seu computador? Embora possa não ter o dado preciso, você poderia fazer uma boa estimava, com uma grande possibilidade de não errar muito. Mas e quanto pesa todo o material gasto no processo produtivo que transformou todas as matérias-primas, até fazê-las tomar a forma de computador?

O dado é impressionante e acaba de ser divulgado pela Universidade das Nações Unidas. Em um estudo coordenado pelo professor Ruediger Kuehr, os pesquisadores descobriram que nada menos de 1,8 tonelada de materiais dos mais diversos tipos são utilizados para se construir um único computador.
O cálculo foi feito tomando-se como base um computador de mesa com um monitor CRT de 17 polegadas. Somente em combustíveis fósseis, o processo de fabricação de um computador consome mais de 10 vezes o seu próprio peso.
São, por exemplo, 240 quilos de combustíveis fósseis, 22 quilos de produtos químicos e - talvez o dado mais impressionante - 1.500 quilos de água. O problema é que a fabricação dos chips consome uma enormidade de água. Cada etapa da produção de um circuito integrado, da pastilha de silício até o microprocessador propriamente dito, exige lavagens seguidas em água extremamente pura. Que não sai assim tão pura do processo, obviamente.
O estudo mostra que a fabricação de um computador é muito mais material- intensiva - em termos de peso - do que a fabricação de eletrodomésticos da linha branca, como refrigeradores e fogões, e até mesmo do que a fabricação de automóveis. Esses produtos exigem apenas de 1 a 2 vezes o seu próprio peso em combustíveis fósseis.

Reciclagem de computadores
Mas esta não é a única razão pela qual os pesquisadores das Nações Unidas estão preocupados com a reciclagem de computadores e de todo tipo de equipamento eletrônico. Além do desperdício e do seu grande potencial poluidor e até mesmo tóxico, o chamado e-lixo, ou lixo eletrônico, está fazendo um estrago nas cotações dos metais utilizados na fabricação de componentes e circuitos eletrônicos.
Reciclagem de Computares - e-lixo - Sucata eletrônicaA primeira preocupação é facilmente perceptível. O simples descarte dos equipamentos eletrônicos tecnicamente obsoletos representa um desperdício enorme de recursos. "Há mais do que ouro nessas montanhas de sucata de alta tecnologia," comenta o Dr. Kuehr. E não é força de expressão: o ouro está mesmo presente nos contatos dos microprocessadores, das memórias e da maioria dos circuitos integrados.

Metais preciosos nos computadores
Além do ouro, da prata e do paládio, os computadores contêm cobre, estanho, gálio, índio e mais um família inteira de metais únicos e indispensáveis e, portanto, de altíssimo valor.
O índio, um subproduto da mineração do zinco, por exemplo, é essencial na fabricação dos monitores de tela plana, ou LCD, e de telefones celulares. Ele está presente em mais de 1 bilhão de equipamentos fabricados todos os anos.
Nos últimos cinco anos, o preço do índio aumentou seis vezes, tornando-o hoje mais caro do que a prata. E como sua produção depende da mineração do zinco, não é possível simplesmente produzir mais, porque não há produção suficiente de zinco. Além do que as reservas minerais são limitadas.
Graças a isso, alguns esforços de reciclagem do índio já estão sendo feitos na Bélgica, no Japão e nos Estados Unidos, com excelentes resultados. O Japão já consegue retirar metade de suas necessidades anuais do elemento a partir da reciclagem.
E o índio não é o único exemplo. O preço de mercado de outros metais necessários à indústria eletrônica, mesmo que em pequenas quantidades, também disparou. Embora o preço do bismuto, utilizado em soldas sem chumbo, tenha apenas dobrado nos últimos dois anos, o preço do rutênio, utilizado em resistores e em discos rígidos, foi multiplicado por sete.

Ciclo de reciclagem
Reciclagem de Computares - e-lixo - Sucata eletrônica"Os grandes picos de preços de todos esses elemento especiais que dependem da produção de metais como zinco, cobre, chumbo ou platina, ressaltam que a manutenção da oferta a preços competitivos não poderá ser garantida indefinidamente a menos que sejam estabelecidos ciclos eficientes de reciclagem para recuperá-los a partir dos produtos obsoletos," diz o Dr. Kuehr.
Só que, da mesma maneira que esses elementos são geralmente sub-produtos, aparecendo em quantidades-traço em relação aos metais principais que a mineração está explorando, eles também aparecem em quantidades-traço na sucata. E reciclá- los é também uma questão de alta tecnologia, que exigirá processos de alta tecnologia.
Mas é essencial fazê-lo, diz o relatório da Universidade das Nações Unidas. O setor de telecomunicações e tecnologia da informação já responde por 7,7% do produto mundial, segundo dados da OCDE. Só os equipamentos são responsáveis por algo entre 4% (Estados Unidos) e 7% (Alemanha), variando conforme a região e o país. É impensável continuar a desperdiçar recursos dessa magnitude, simplesmente descartando esses bens obsoletos ou queimando-os e lançando seus gases tóxicos na atmosfera.

Doação de computadores
Os pesquisadores da ONU também detectaram um problema inédito: uma espécie de "caridade do amigo-da-onça". Algumas empresas de má fé, situadas nos países centrais, estão enviando computadores para os países mais pobres não porque estejam preocupados com a inclusão digital ou com a melhoria da educação nesses países: elas estão simplesmente se livrando de forma desonesta e ilegal de equipamentos cujo descarte seria problemática em seus países e cuja reciclagem é ainda técnica e economicamente pouco interessante.
Essas empresas inescrupulosas contam com a própria incapacidade dos países pobre e em desenvolvimento em viabilizarem o uso imediato dos equipamentos, que acabarão ficando encostados sem que ninguém verifique sequer se eles realmente funcionam. E os que ainda têm condições de funcionar, logo deixarão de ter utilidade, graças ao ritmo alucinante da obsolescência técnica.

(Inovação tecnologica - Agostinho Rosas)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Perdas e Danos

Perder faz parte da vida, como ganhar é consequencia da luta diária. A gente pode perder muito mais que ganhar, mas sempre teremos à nossa disposição aquela sequencia mágica que se inicia com a esperança do sucesso.
Digo isso porque vejo que as coisas não estão fluindo como deveriam, principalmente no que se refere àqueles que hoje se inscrevem na adolescencia e fase adulta. A limitação do numero de filhos criou uma geração nova, diferente, cheia de manhas e manias, onde cada filho é parte essencial e única de um processo. O filho unico, que foi criado com todo o amor possível, com todas as atenções voltadas para ele e acima de tudo, com os desejos atendidos ao estalar de dedos, transforma-se, via de regra, naquele moleque que arranha seu carro na rua, briga com todo mundo e acha que é dono do shopping.
E ai? Esse cara, que depois vira um adulto que enche a fuça de cachaça e mata no transito, briga na boite porque não lhe estenderam o tapete vermelho, dá na cara de mulher porque já se acostumou a ver a mãe no papel de capacho, acaba virando manchete de jornal, e mesmo assim, lá estão os pais a chorar e a buscar protege-los.
Dificil ver tudo isso e entender que a essa geração - não num todo, mas em grande parte - não foi dada a lição que a natureza imprime: somos falhos, sujeitos às chuvas e trovadas do dia a dia. Passamos de nobres cavaleiros a cavalariços em segundos, e essas perdas nos torna seres humanos melhores.
Sobra para essa geração apenas os danos de sua inconsistencia. E eu, do alto da paternidade a mim conferida, só me resta torcer e lutar por uma virada de postura dessa meninada.... por conta própria que, a depender dos pais, acho que não acontece não.

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