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Reciclagem de Materiais

A INNESO conseguiu um comprador em São paulo para um dos mais difíceis materiais para reciclagem: O Plástico duro de computadores. Dê um descarte consciente para este tipo de material, faça contato conosco!

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

OPINIÃO DO ESPECIALISTA

ALBERT GRADVOHL *profgradvohl@hotmail.com

O verde vai conquistando o mercado


O verde é a cor dominante no atual ambiente das organizações. Sinais inequívocos dessa transformação mercadológica são vistos nas feiras e eventos de negócios internacionais. A União Européia vem impondo limites específicos aos fabricantes de produtos industrializados, principalmente a empresas manufatureiras de componentes tecnológicos. Embora não haja uma única solução para que o mercado se torne mais verde, e sim uma diversidade de variáveis, a aposta mundial é ambientalmente mais responsável.


No Brasil, o setor privado já busca tais oportunidades. Apesar do assunto meio ambiente ainda não ser prioridade, há quem desafie a corrida global. É o caso de empresas de matérias-primas que, a partir de uma logística reversa, integram diversos processos industriais, não se limitando apenas a um tipo de beneficiamento. O zumbido sutil dos novos métodos de produção já começa a balançar a economia brasileira.




* Professor de Gestão Econômica Ambiental da Unifor

terça-feira, 12 de julho de 2011

Reciclagem de computadores

Um depósito de computadores velhos. Foto: Raul Junior
Um depósito de computadores velhos 
 
O que fazer?
O lixo eletrônico é um dos grandes problemas da atualidade. Segundo dados do Greenpeace, por ano, são produzidos até 50 milhões de toneladas desse tipo de dejeto no mundo inteiro. E o volume vem crescendo em 5% ao ano na Europa. A questão principal não é a só que esse lixo ocupe muito espaço, o grande perigo é que a maior parte dos aparelhos eletrônicos usa em sua fabricação metais tóxicos, como mercúrio, chumbo e cádmio. "Quando um computador vai para o aterro sanitário, essas substâncias reagem com as águas da chuva e contaminam os afluentes e o solo", alerta Tereza Cristina Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Descarte e Reciclagem de Lixo Eletrônico da instituição.
A princípio, todos os componentes do microcomputador e do monitor podem ser reciclados. Até mesmo as substâncias tóxicas, como o chumbo, são reaproveitadas na confecção de novos produtos, como pigmentos e pisos cerâmicos. "A ideia é que, além de evitar que o metal contamine o solo, ele volte para a linha de produção. Assim, não é preciso tirar mais minérios da natureza", afirma Tereza Carvalho. Porém, no Brasil, ainda é muito difícil conseguir reciclar um aparelho inteiro. O que acontece é que, em geral, as empresas são especializadas na reutilização de apenas um tipo de material, como placas, plástico ou metais. Assim, quando uma máquina chega a esses lugares, o que interessa é aproveitado e o restante tem destinação incerta. É por isso que a USP está implantando o primeiro centro público de reciclagem de lixo eletrônico, que deve entrar em funcionamento em agosto. Lá, a equipe vai fazer a separação dos materiais e destiná-los para as empresas especializadas, fazendo com que nada seja descartado. "Existe uma falta de consciência sobre esse assunto, mas temos de pensar que, só em 2008, foram vendidos 12 milhões de computadores e que, daqui a cinco anos, eles vão virar sucata", diz a professora.
No Brasil, a questão da destinação de aparelhos elétricos começou a ser discutida só agora, com um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo e que prevê que os fabricantes, importadores e comerciantes sejam responsáveis por recolher e destinar o lixo eletrônico. Porém, Tereza Carvalho explica que a iniciativa é válida, mas não resolve o problema, já que trata apenas de computadores, monitores e produtos magnetizados. Sistemas de rede e parques de telefonia ficaram de fora. "Na Europa, que está bem avançada no assunto, desde 2002, existem leis que obrigam os fabricantes a se responsabilizar por todos os eletrônicos produzidos. Além disso, só podem ser fabricados micros verdes", diz a professora. Para um computador ser considerado verde, ele precisa ter um sistema de economia de energia, ser produzido dentro de padrões de gestão ambiental e não ter chumbo em sua composição. No Brasil, algumas marcas já oferecem essa opção, mas o mercado ainda é muito pequeno. "É muito importante divulgar o problema e alertar os consumidores para, primeiro, nunca darem aparelhos velhos aos sucateiros, que só vão retirar as partes que podem vender, o resto jogam fora. O ideal é que os usuários deveriam comprar apenas micros verdes. Se houver a demanda, todas as empresas vão ter que se adequar", finaliza Tereza Carvalho. 

Enquanto não surge a obrigatoriedade do fabricante frente às sucatas de computadores e outros poluidores (pilhas, baterias, etc), a natureza agradece a ação dos conscientes que procuram locais que possam de algum modo reaproveitar seu lixo cibernético.
De um simples mouse à um computador completo, não jogue no lixo: Recicle!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Politicas Públicas x Administração Eficiente

A forma de se administrar o dinheiro público faz toda a diferença no resultado final dos beneficios alcançados pela sociedade em troca dos impostos e taxas que ela paga. No entanto, uma visão que mescla o interesse pessoal com o comprometimento por promessas de campanha tornam a administração pública num jogo de cartas marcadas, onde vence o maior lobby.
No sentido inverso, comprovadamente a empresa particular otimiza a cada dia a utilização de seus recursos, financeiros ou não, em favor de um encontro de resultados cada vez maior.  Uso coerente de materiais de consumo, diminuição de mão de obra, manutenção de uma equipe de compras sempre atualizada e alternancia de fornecedores fazem da competitividade a regra básica para o sucesso. Em via contrária, pode-se observar que as concorrencias públicas sempre apresentam números muito maiores nos valores pagos pelo mesmo produto adquirido pela iniciativa privada. Isso ocorre principalmente pela burocracia, somado à rede de beneficiados durante o processo. Nem mesmo o pregão eletronico conseguiu minimizar o custo "lobby" das aquisições públicas.
Soluções existem. E são práticas. Por exemplo, o que poderia diminuir os valores para compra de equipamentos de limpeza. Vassouras, um exemplo.
Uma fábrica de vassouras feitas com garrafas PET custa em média R$ 30.000,00. Montada, consegue empregar até 6 pessoas e produzir 300 vassouras por dia, de todos os modelos. O custo médio de uma peça fica em torno de R$ 4,00.
Imagine uma prefeitura de uma cidade média; nela, existem 100 formiguinhas empregadas, encarregadas da varrição das ruas. O consumo de vassouras seria de 400 vassouras/mes, sem contar com a compra necessária para as escolas municipais, postos de saúde, etc. Arredondando para 800 vassouras, compradas via licitação por um preço médio de R$ 10,64 teriamos uma despesa mensal de R$ 8.512,00 apenas com esse item.
A doação de uma fábrica como essa a uma Associação de recicladores permitiria que a prefeitura dessa cidade pudesse ter suas vassouras, através de um contrato de fornecimento pelo período de 02 anos em troca da doação. A Associação venderia o excedente, e a materia prima viria da sua própria coleta.
Em valores simplesmente lineares, uma idéia como essa é capaz de economizar até R$ 170.000,00 em dois anos para a prefeitura, além de criar um facilitador de recursos para uma Associação não governamental, criar uma média de 10 empregos diretos, contribuir para a efetivação da coleta seletiva e melhorar o meio ambiente. Com o valor economizado é possível doar aos alunos das escolas públicas do municipio algo em torno de 1700 cadernos por mes.
Contas simples, sem planilhas e cálculos mirabolantes. Assim como no caso acima, diversas ações onde o poder público pode interagir com órgãos não governamentais podem mudar a história da gestão municipal, gerenciando benefícios em vez de dívidas.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Reciclagem de Embalagens de Leite!

 O texto abaixo ilustra a possibilidade de reaproveitamento de embalagens Tetra Pak - leite por exemplo - que polui, e muito, o meio ambiente. Uma nova vertente de reaproveitamento e separação de lixo que pode, efetivamente mudar o conceito de desperdicio. Pense nisso!

PLACAS E TELHAS PRODUZIDAS A PARTIR DA RECICLAGEM DO POLIETILENO / ALUMÍNIO PRESENTES NAS EMBALAGENS TETRA PAK.
Mario Henrique de Cerqueira
Engenheiro de Desenvolvimento Ambiental - Tetra Pak
1. Introdução
Placas e telhas recicladas a partir de embalagens longa vida já estão disponíveis no mercado.
A Tetra Pak , fabricante das embalagens longa vida, vem desenvolvendo tecnologias e parcerias com diversos recicladores no país, com o objetivo de gerar negócios na área de reciclagem das embalagens longa vida pós-consumo.
A embalagem longa vida é composta por três materiais: papel, polietileno e alumínio, nas proporções, em peso, de 75%, 20% e 5%, respectivamente.
De acordo com NEVES (1999), a
Após retirada das fibras de papel, restam ainda as camadas de polietileno e alumínio para serem processadas. Este material é matéria-prima para a
De acordo com ZUBEN e NEVES (1999), uma alternativa para a etapa secundária da reciclagem das embalagens longa vida é a extrusão das camadas de polietileno / alumínio, que possibilita a produção de diversos materiais como brindes, coletores de lixo, base de vassouras, entre outros. Outra alternativa é a produção de placas e telhas, objetivo deste trabalho.
etapa primária da reciclagem é realizada em uma indústria papeleira, onde as embalagens são introduzidas em um hidrapulper para extração das fibras de papel, que fornecem alta qualidade aos insumos produzidos. etapa secundária da reciclagem, onde faz-se o beneficiamento destas camadas. 1
As placas têm sido empregadas como matéria prima alternativa na a indústria moveleira e na construção civil. As telhas são opção para as de fibrocimento, principalmente em prédios, áreas cobertas e propriedades rurais.
No Estado de São Paulo, três empresas fabricantes de placas e telhas utilizam essa tecnologia, são elas: Ecoways, em Itupeva, Ibaplac, em Ibaté e Reciplac, em Limeira.
 

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Caminhando...

"Caminhando e cantando, e seguindo a canção..." dira Vandré, nos tempos em que cantar era mais que cantar. Hoje, procuramos seguir o verso e andar com nosso projeto. Buscamos os parceiros para a implantanção dos coletores, preparando o curso de Alfabetização Digital para pessoas mais velhas e da melhor idade; vamos indo!
A resposta das pessoas ao projeto é extremamente positiva; o pedido de pequenos supermercados e padarias para a colocação de coletores é relevante, e a cada sindico com quem conversamos nos faz convencer da fácil aceitação da idéia "Reciclar" junto à comunidade. Acreditamos que seguimos o rumo certo, e podemos conquistar, com certeza, o alvo pretendido.
Palestras em escola, apresentação do projeto para a Prefeitura Municipal, tudo sempre partindo do principio de que nada pode ser conseguido sem transparencia e coerencia no executar. Mais dois pontos de coleta de papelão foram implantados e, mesmo com toda a dificuldade, estamos já em fase de coleta de materiais em todo o bairro São Benedito.
Agora, pretendemos contatar empresas para patrocinarem nossos coletores; e buscamos também informar as pessoas para o descarte correto de materiais eletronicos, esses sim, primordiais para que possamos fazer num futuro proximo um curso de manutenção de informática.
Coerentes com a divulgação do trabalho, concordamos com o fato de que somos, hoje, uma alternativa inteligente para o futuro da reciclagem em Santa Luzia. 

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ciência ambiental: não troque as sacolas plásticas ainda

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/12/2010
Bio é sempre bom?
Os sacos plásticos estão literalmente por toda parte. Embora aqueles usados para embalar produtos nos supermercados sejam o alvo preferencial dos ambientalistas, eles estão em praticamente todos os produtos vendidos no comércio.
Infelizmente, eles estão também pelas ruas, bueiros e nos lixões, uma vez que a estrutura de reciclagem é muito deficiente.
A substituição desses sacos plásticos por bioplásticos tem sido alvo de grandes discussões, havendo pesquisadores que afirma que as "leis das sacolas plásticas" erram o alvo.
Contudo, os reais benefícios ambientais, assim como eventuais desvantagens, da substituição dos plásticos por bioplásticos ainda não estão totalmente claros.
Por isso, Hsien Hui Khoo e seus colegas do Instituto de Engenharia e Ciências Químicas de Cingapura decidiram fazer uma avaliação do ciclo de vida das sacolas feitas com bioplásticos para verificar se elas são mesmo boas para o meio ambiente.
Avaliação do ciclo de vida
A avaliação do ciclo de vida (ACV) é uma técnica usada para analisar os impactos ambientais associados a todas as fases de um processo produtivo, com a elaboração de um inventário da energia e dos recursos consumidos e das emissões e dos resíduos gerados na produção de um determinado produto.
Os pesquisadores usaram a ACV para comparar o uso de sacolas feitas de polihidroxialcanoato (PHA) - um bioplástico à base de amido de milho - em relação às tradicionais sacolas de polietileno. O polietileno é atualmente o material mais usado para a fabricação de sacos de plástico.
A produção de sacos de polietileno requer a extração e refino de combustíveis fósseis, a conversão dos combustíveis fósseis em polietileno e a extrusão do polietileno em sacos plásticos.
Os pesquisadores calcularam que 1,22 kg de petróleo bruto, 0,4 kg de gás natural e 48 megajoules de energia são necessários para produzir 1 kg de sacolas de polietileno.
O PHA, por outro lado, é um bioplástico feito a partir do amido de milho. A produção das biossacolas de PHA envolve o cultivo de milho, colheita, moagem úmida e fermentação.
Os pesquisadores calcularam que 4,86 kg de milho e 81 megajoules de energia são necessários para produzir 1 kg de sacolas de PHA.
Desafios para os bioplásticos
De forma sobremaneira inesperada, Khoo e sua equipe descobriram que a energia consumida na produção das sacolas de PHA é 69% maior do que a energia gasta na fabricação das sacolas de polietileno.
Embora o cultivo de milho possa ajudar a compensar emissões de carbono através da fotossíntese, os pesquisadores descobriram que a fabricação das sacolas de bioplástico exige maior consumo de energia durante a produção em comparação com produção de sacolas de polietileno.
Eles concluem que os sacos de PHA somente podem ser considerados ambientalmente amigáveis se o processo de produção for feito utilizando energias renováveis.
Finalmente, os cientistas advertem que, antes que os biomateriais sejam considerados como alternativas sustentáveis aos plásticos convencionais, alguns desafios precisam ser superados: "A questão principal reside na redução da demanda de energia para a conversão da biomassa em [materiais com] propriedades semelhantes às dos plásticos," afirmaram.

E agora? Abre-se a discussão, pois afinal, interesses financeiros não podem ser balizadores de leis que visem a preservação do meio ambiente. Com a palavra, o senhor prefeito Marcio Lacerda...

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